Segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Universo Casuo em Limeira
Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
TV Você Humaniza no BI Internacional
Como um talk-show, Luiz Biajoni entrevistou Pironti e vários parceiros das iniciativas da Humaniza em um programa piloto que teve transmissão ao vivo pelo webcast da BI Internacional. Teve participação de Marcos Casuo, do Projeto APAE Cultural, da ADRA, da Unicirco entre várias outras.
O vídeo pode ser assistido clicando aqui (necessário preencher cadastro).
Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008
O cara que diverte todo mundo
Depois de uma temporada de sete anos com o Cirque du Soleil, o palhaço Marcos Casuo volta ao Brasil com planos de revolucionar a arte circense no país
"O riso do público é como um beijo na alma do artista." É assim que Marcos Casuo encontra satisfação no seu ofício. Ele se tornou palhaço depois que entrou para o Grande Circo Popular do Brasil, criado por Marcos Frota, e em 2001 integrou o elenco do espetáculo "Alegría", do Cirque du Soleil, do qual se despediu este ano.
Por telefone, de São Paulo, onde nasceu em 1974, o palhaço conversou com o Magazine sobre sua trajetória no circo, as dificuldades de estar entre o elenco de artistas do Cirque du Soleil e os projetos para seu futuro próximo, agora que abandonou a trupe canadense para montar seus próprios espetáculos, criar uma escola de circo e sobretudo voltar a morar no Brasil, depois de sete anos viajando pelo mundo com "Alegría", espetáculo pelo qual Casuo - único brasileiro no elenco - se apresentou em Belo Horizonte no ano passado, além de outras dúzias de cidades pelo globo.

"Eu penei muito no Soleil. Entrei como acrobata, ensaiava oito horas por dia e chegava em casa com os ombros sangrando. Mas vale a pena porque quando você escolhe ser artista, tem um preço a pagar", relembra Casuo o desafio que foi entrar para o Cirque du Soleil, conhecido também por sua lógica intensa de produção às vezes cruel para os artistas, com muito ensaio e apresentações em ritmo industrial. "Fui uma pessoa que se adaptou fácil à trupe. Cada artista, principalmente as pessoas que passaram pelo Soleil, devem ter em mente que tem de ser um bom artista, claro. E para continuar, tem que ser melhor ainda", justifica Casuo. "É como se fosse a seleção brasileira."
Casuo conta que o interesse pelo Cirque du Soleil veio depois que assistiu a um vídeo de "Alegría". "Prometi a mim mesmo que um dia faria parte daquele espetáculo." Em 2001, a trupe canadense abriu uma audição para novos talentos no Rio de Janeiro. E Casuo assumiu o desafio. "Passei nos testes e meu sonho começou a se realizar", conta ele que, antes mesmo de ter viajado o país com o Grande Circo Popular do Brasil, já fazia teatro e ginástica olímpica. "O circo é a mãe de todas as artes, e envolve também a ginástica olímpica", comenta o palhaço.
Novo grupo. Agora que Marcos Casuo abandonou o barco de "Alegría", vários caminhos se abriram diante dele. Vivendo novamente em São Paulo, está em processo de formação de um grupo com o qual pretende dar continuidade aos números clownescos que criou no Soleil.
Casuo diz que, apesar de estar no meio de uma pausa com os espetáculos, quer "mostrar que o clown tem que ter respeito por si mesmo, por sua beleza e poesia". "Com aquele nariz vermelho sou respeitado, posso entrar em qualquer lugar", diz. "No Brasil ‘palhaço’ é usado para xingar. Em qualquer outro lugar do mundo, quando você diz ‘you are such a clown’, está dizendo que é uma pessoa divertida."
Segundo o artista, o novo grupo, apesar de ainda não ter sido batizado, já tem uma peça prestes a começar a ser produzida. O título provisório é "O Clown e a Flor do Abismo" e o casting para os artistas está aberto. "Já tenho 1,2 mil artistas cadastrados, querendo trabalhar comigo", conta Casuo.
Se o novo grupo de Marcos Casuo está em fase de formação, a embrionária trupe já tem uma banda pronta para estrear - a White Clowns, que vai fazer parte das criações do grupo. "A banda é maravilhosa e vai participar de números que aprendi no Soleil e que criei com toques meus", comenta o palhaço, que acrescenta, pretensioso: "Quero revolucionar o circo brasileiro, com a nossa pitada, com o nosso suingue. Porque o Brasil não é bom só no futebol." Para isso, Casuo diz que sua inspiração continua a mesma. "A criança é pura, ingênua e tem um universo fantástico ao seu redor.
Tento criar em cima disso", explica o artista, cujo destino, diz ele, estava traçado desde cedo. "Costumo dizer que já nasci palhaço. Era assim que minha vozinha me chamava, já aos quatro anos de idade", conta. "Ela jamais imaginaria que aquele apelido pudesse mudar a minha vida. Desde cedo meu lado travesso e brincalhão falou mais alto. Nunca deixei as brincadeiras e palhaçadas de lado, era sempre o cara que divertia todo mundo."
Casuo assume pretensões de criar escola de clown
O palhaço Marcos Casuo pára num sinal de trânsito em São Paulo e uma criança, de cerca de 12 anos, se posta diante de seu carro fazendo malabarismos com nada menos que sete bolinhas. “Isso é dificílimo para os artistas”, comenta, lembrando sua perplexidade com as habilidades do garoto. “Mas as moedas que ele ganha é muito pouco diante do seu potencial.” Casuo conta esse caso para justificar o seu interesse por criar uma escola de circo – a Clown School – que deve ser inaugurada no ano que vem, de acordo com os planos do palhaço.
Esse é outro dos projetos que o artista está iniciando depois que saiu, recentemente, do Cirque du Soleil. “Hoje tenho como a obrigação de não deixar essa arte milenar morrer, e passar adiante para essas crianças”, comenta ele.
Como princípio dos seus esforços, o palhaço está “escrevendo uma pedagogia” específica, com base em “princípios da Unesco” e na experiência que já tem em organizações como a Humaniza e a Apae, para as quais ele cria coreografias e números clownescos.
“Eu larguei o Cirque du Soleil porque já estava há sete anos fora do meu país. E também porque se já estou com 34 anos, quando estiver com 60 não vou poder ajudar tanto as pessoas como agora”, justifica. Segundo ele, entre todos os novos projetos que está desenvolvendo, é a Clown School que está mais no seu “foco” no momento. “Tenho trabalhado com uma pedagogia da Unesco, em que segunda, quarta e sexta vamos nos dedicar ao lado social, desenvolver ações com crianças, oferecer a elas a oportunidade de aprender que as possibilidades de trabalhar são infinitas”, diz.
O palhaço vai implantar a Clown School inicialmente em São Paulo, mas tem a pretensão de expandir o projeto, que ele enxerga como um trabalho de inclusão social, para outras capitais do país. A escola será sustentada, como explica ele, por “cinco pernas”: “o circo como educação, o circo como arte, como formação de caráter, como motivação e, claro, como um espaço para a prática de esporte. Porque é importante que as pessoas saibam que dentro do circo também se pratica esporte.”
As pretensões educacionais de Marcos Casuo não surgiram do nada. O palhaço já ensina, há muito, técnicas de maquiagem, de comicidade e sobre a poesia do clown. Ele ministrou workshops por todos os cantos por onde o Cirque du Soleil andou ao longo destes anos com o espetáculo “Alegría”. E antes mesmo disso, quando o Grande Circo Popular do Brasil saía em turnê, Casuo preparava logo um workshop para crianças. “Muitas crianças já imaginaram voar num trapézio quando entraram no circo. Mas precisam de um empurrão”, justifica Casuo.
Terça-feira, 23 de Setembro de 2008
Humaniza traz "La Traviata" a Limeira
A ópera integra as comemorações dos 182 anos de Limeira, realizada pela Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria Municipal da Cultura e Sociedade Pró-Sinfônica de Limeira. A co-realização é da Humaniza, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
O concerto tem ainda o patrocínio Máster da Ripasa S/A, Unimed-Limeira e Botica Bella Terra e o apoio da Limel Bagueteria.
Para o secretário da Cultura, Adalberto Mansur, o público já se habituou às apresentações das óperas em Limeira. "As acomodações do teatro ficaram lotadas em todas as encenações já realizadas em nosso Município", afirma o secretário.
De acordo com Mansur, é o quarto ano que a cidade recebe uma ópera completa. Já passaram pelo palco do Vitória as óperas "O Barbeiro de Sevilha" (2005), "Carmen" (2006) e "O Elixir do Amor" (2007).
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ao preço de R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada), ou pela série de assinaturas 2008.
A bilheteria funciona de terça-feira a domingo, das 13h às 18h – exceto em dias de eventos no teatro, quando a bilheteria fica aberta até o início do espetáculo. Mais informações podem ser obtidas no telefone da Secretaria da Cultura: (19) 3451-0502.
(Texto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura)

Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008
Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008
APAE Cultural, CEDAI e Humaniza no "Somos Todos Brasileiros" e na TV Jornal.
Luiz Biajoni, no programa "Fatos & Notícias" da TV Jornal de Limeira, comenta a participação da APAE Limeira, APAE Cultural, Humaniza e CEDAI no evento "Somos Todos Brasileiros", realizado no Parque da Uva, em Jundiaí.
Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008
Humaniza representa Limeira em evento regional de inclusão
No palco, artistas mais que especiais, deram um verdadeiro show de força de vontade, disciplina e talento. Foram mais de 10 coreografias, apresentadas por entidades que atendem pessoas com algum tipo de deficiência. No fim de cada apresentação, os aplausos da platéia, visivelmente emocionada.
O evento é promovido pela Universidade Livre do Circo (Unicirco) desde 2003 e, este ano, Limeira foi representada por meio da Empresa de Desenvolvimento Social Humaniza. Os alunos do projeto APAE Cultural, da parceria APAE Limeira/Humaniza e do Centro de Dança Integrado (Cedai), de Campinas, coordenado pela bailarina Keyla Ferrari, foram os responsáveis pela terceira apresentação da noite.
Vicente Pironti, presidente da Humaniza e um dos fundadores da Unicirco, diz que cada apresentação é única e prova que pessoas 'diferentes', ainda denominadas inadequadamente deficientes, podem ser grandes artistas da vida, colaborando para construir uma sociedade mais evoluída.
O mestre de cerimônias do espetáculo foi o ator Marcos Frota, que durante a abertura afirmou que o "Somos Todos Brasileiros" de 2008 tem um sentido especial, porque servirá para marcar a instituição da Declaração Universal dos Direitos Humanos, quem este ano, comemora 60 anos. “Vamos marcar com a celebração da cidadania dos portadores de deficiência para que as pessoas possam perceber que os limites impostos a eles muitas vezes podem ser superados pelo talento e pela força de vontade”, disse ele, lembrando dos personagens deficientes que marcaram a sua carreira. “Fiz três personagens deficientes que me renderam reconhecimento. Todos foram muito importantes para mim, como ator e como pessoa”.
Marcos Frota deu vida aos personagens Jatobá, um deficiente visual na novela "América", Tomás, um deficiente auditivo em "O Sexo dos Anjos", e ao autista Tonho da Lua, em "Mulheres de Areia", todas exibidas pela Rede Globo.


(Representantes do CEDAI e do APAE Cultural no "Somos Todos Brasileiros")


Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008
Marcos Casuo na Joven Pan
Assista clicando aqui.
Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008
Limeira faz participação especial em evento regional
O evento é realizado pela Universidade Livre do Circo (Unicirco) desde 2003 e, segundo os organizadores, tem o objetivo de trabalhar pela afirmação da cidadania das pessoas com deficiência, um espetáculo de som, luz, cor, magia e superação protagonizado por artistas portadores de deficiência, em nome da cidadania.
Vicente Pironti, presidente da Humaniza e um dos fundadores da Unicirco, explica que mais uma vez será possível conferir o talento dos artistas da Apae Cultural e do Centro de Dança Integrado (Cedai), de Campinas, coordenado pela bailarina Keyla Ferrari. Para esse evento, os alunos estão preparando apresentações que prometem emocionar o público. “Cada apresentação é única e prova que pessoas diferentes ainda denominadas inadequadamente deficientes podem ser grandes artistas da vida, colaborando para construir uma sociedade mais evoluída”, explicou.
Este ano, o Somos Todos Brasileiros vai abranger as cidades de Campinas, Jundiaí, Sumaré, Vinhedo e Várzea Paulista.
Segunda-feira, 21 de Julho de 2008
matéria da Gazeta de Limeira sobre a parceria Marcos Casuo/Humaniza
Limeira acaba de receber mais um projeto social. Trata-se da parceria Marcos Casuo - Humaniza, que foi formalizada ontem. O objetivo desse trabalho é tornar realidade os sonhos dos dois idealizadores do projeto.
Leia matéria completa.
Sexta-feira, 4 de Julho de 2008
Sábado, 28 de Junho de 2008
Marcos Casuo, ex-integrante do Cirque du Soleil, fecha parceria com Humaniza.
Durante sete anos Casuo foi o único brasileiro no espetáculo "Alegría", apresentado no prestigiado Cirque du Soleil.
Durante a visita ele aceitou o convite do diretor-geral da Apae-Cultural, Vicente Pironti, para ser o mestre de cerimônia do 2º Festival de Arte Inclusiva Apae-Humaniza que será realizado em outubro deste ano.

Casuo começou a carreira no Grande Circo Popular do Brasil, em São Carlos criado pelo ator e entusiasta do circo, Marco Frota. Foi lá que ele e Pironti se conheceram, atuaram em vários números e divulgaram atrações circenses.
Para Vicente Pironti, Marcos Casuo é um "símbolo de autodeterminação, generosidade e criatividade sendo prova viva da riqueza humana deste país - que está em todos nós."

De volta ao Brasil, após atingir o ápice de sua carreira profissional, Casuo agora sonha em transformar a realidade social brasileira, por meio da arte do riso. "Quero fazer isso e o primeiro passo foi vir aqui falar com meu amigo Vicente Pironti para desenvolvermos um projeto Marcos Casuo-Humaniza", relatou.
Casuo elogiou as oficinas culturais mantidas pelo projeto Apae-Cultural. Ficou ainda mais fascinado ao ver a performance teatral do educador e ator amador, Edgar. Fez questão de ser fotografado com o integrante do projeto mantido pela Humaniza. "Ele é um exemplo de superação", frisou.

*Clique nas imagens para ampliar.
Segunda-feira, 26 de Maio de 2008
vicente pironti entrevistado pelo informativo da apae limeira
1 - O Projeto APAE Cultural é a menina-dos-olhos da Humaniza?
Sim, e é uma obra de Arte! É a prova de que pessoas diferentes ainda denominadas inadequadamente deficientes podem ser grandes artistas da vida, colaborando para construir uma sociedade mais evoluída.
2 - Como você avalia a importância da arte-educação, especialmente para portadores de necessidades especiais?
Todo ser pode aprender com sua própria expressão criativa, pois esta vem de uma dimensão misteriosa, lá do fundo do inconsciente. Para as pessoas consideradas normais esta expressão normalmente é desconsiderada e portando desperdiçada, pois o normal se consome na dinâmica do sistema social de sua vida, sem se atentar ao milagre do momento vivido. A pessoa portadora de necessidade especial, de certa forma, é aquela que foi provida pela existência da oportunidade de compulsoriamente aproveitar a magia da vida e o momento vivido. Enfim, todos nós podemos nos dar o presente de viver no Presente, e a arte-educação pode facilitar este caminho.
3 - Quantos projetos e em que áreas a Humaniza atua hoje?
A Empresa de Desenvolvimento Social Humaniza está hoje em processo de expansão e atua apenas em uma área, a da evolução humana consciente. Nosso diferencial é o desenvolvimento de Negócios Sociais a partir de empreendimentos humanitários, visando todos os lucros: o Lucro Humano, o Lucro Social e o Lucro Financeiro.
4 - Na sua visão de empreendedor sócio-cultural, está havendo uma "abertura de visão" das empresas para projetos sociais?
Certamente. Fazer o bem faz parte de nossa natureza mais profunda e mesmo o animal capitalista têm sede de felicidade e de um mundo melhor - ainda que este mundo melhor abarque inicialmente a si mesmo, a sua família, a sua cidade e o seu país. Pode ser um tipo de egoísmo a serviço do bem; ampliando seu espectro por força de um amor maior, até chegar ao ato “egoísta do amor mundial”, um ideal que será alcançado um dia.
5 - Que mensagem você deixa a empresários que pensam em abraçar causas e projetos sociais?
Que tenham prosperidade material em abundância, se esta for baseada em prosperidade espiritual - do desejo de fazer o bem.
Sexta-feira, 11 de Abril de 2008
divulgação da continuidade do projeto apae cultural
Veja matéria de André Montanher, do Jornal da Cidade (TV Jornal de Limeira):
Clique nas imagens para ampliar.
Fotos de Bruno Margiotta Sampaio (Ass. Marketing da APAE Limeira):





Foto de João Batista Anthero (Gazeta de Limeira):
Fotos de Mauricio Martins (Jornal de Limeira):




Matéria do Jornal de Limeira:
Matéria da Gazeta de Limeira:
Quarta-feira, 26 de Março de 2008
empresas garantem continuidade do projeto apae cultural
Contando com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, a Humaniza captou parceiros importantes que tornaram a APAE Cultural um projeto-referência. Com corpo próprio de colaboradores, integrados à dinâmica da APAE-Limeira, o programa ensina música, teatro e dança para portadores de necessidades especiais. Mais de trezentos usuários são atendidos pelo projeto atualmente.
“Começou como um sonho, tornou-se realidade e hoje extrapolou quaisquer expectativas, por mais positivas que elas fossem”, diz Vicente Pironti, diretor-presidente da Humaniza. “Após ter expressiva participação no Fórum Nacional dos Direitos Humanos no Rio de Janeiro e de ampliar significativamente o atendimento interno, o projeto está prestes a dar outro grande salto neste ano, com a perspectiva da realização do II Festival Estadual de Arte Inclusiva e também de iniciar uma carreira internacional”, informa Vicente. O projeto, no final do ano passado renovou-se com um novo registro no Ministério da Cultura, conquistando mais um patrocinador. Neste ano o APAE Cultural está apto a receber o apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura através do ICMS.
As empresas que patrocinam o projeto atualmente, via Lei Rouanet (Lei nº. 8.313/91), são a ET Brasil Sistemas Automotivos (do Grupo Arwin Meritor), a Intervias e a Carrinhos Burigoto. Em breve, outras deverão se unir a elas, em prol dessa grande iniciativa.
Eventos
A APAE Cultural tem participado de vários eventos, shows, atividades externas, levando o nome de Limeira para outras cidades e estados.
Somente no ano passado, em Limeira, a fanfarra da APAE Cultural realizou mais de 30 apresentações em escolas públicas, empresas, eventos, entidades e datas cívicas. No final de 2007 um incêndio destruiu os instrumentos da banda, mas o apoio ao projeto permitiu que novos fossem adquiridos – e banda está montada e motivada!
É possível solicitar a participação dos espetáculos, palestras e cursos da APAE Cultural através do telefone 3404-1569, com Carlinho.
Viva a APAE Cultural!
Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008
limeira no fórum mundial social
O Fórum Mundial Social (FMS) foi criado em 2000 e teve suas três primeiras edições na cidade de Porto Alegre. Em 2004 foi transferido para a cidade de Mumbai, na Índia e retornou à Porto Alegre no ano seguinte. Em 2006 uma nova experiência foi feita e o Fórum foi realizado simultaneamente na cidade de Bamako (Mali) e em Caracas (Venezuela). No ano passado a sede foi em Nairóbi, no Quênia e houve então uma reivindicação de grupos que realizam ações sociais em todo o mundo para que houvesse um evento mais global. Para atender a esse reclame, neste ano o Fórum foi chamado de “Ação Global” e aconteceu, simultaneamente, em 13 cidades brasileiras e em mais de 70 países. A idéia foi reunir experiências locais e regionais de ações sociais alternativas às políticas neoliberais. O tema foi o mesmo desde a criação do FMS: “Um Outro Mundo é Possível”.
Vicente Pironti, da Empresa de Desenvolvimento Social Humaniza, havia representado a cidade de Limeira em dois encontros do Fórum Nacional de Direitos Humanos e estabeleceu contato com vários organizadores do FMS. Foi convidado então para organizar uma caravana para participar da ação no Rio de Janeiro.
De todas as cidades brasileiras que tiveram participação global, a cidade do Rio foi sede nacional, com interação com todas as outras cidades do mundo. A caravana Limeirense foi organizada e saiu de Limeira no Sábado, dia 26, às duas da manhã. Representantes da Secretaria de Cultura e três grupos de teatro se apresentaram na Tenda de Artes Cênicas às 15h.
O evento carioca aconteceu no Aterro do Flamengo durante todo o dia e culminou com um show de Martinho da Vila na praia do Flamengo às 20h.
Limeirenses
As três atrações apresentadas por Limeira no FMS 2008 foram:
1) “O Auto do Padre Maurício”, texto e direção de José Farid Zaine. Com dezenove atores e atrizes de Limeira, o auto fala sobre a importância do padre Sebastião Maurício Ferreira, morto há um ano. A apresentação teve cerca de 15 minutos.
2) "Colagem de Poesias", apresentação idealizada e dirigida por Jonatas Noguel com trechos de poemas de autores Limeirenses sobre temas sociais. Onze atores e atrizes fizeram a apresentação, que durou cerca de 10 minutos.
3) "Marias da Penha", texto e direção de Carlos Jerônimo Vieira. Esquete retrata diversos temas sociais do nosso cotidiano, especialmente a violência doméstica contra as mulheres. Sete atrizes limeirenses participaram da apresentação, que durou cerca de 10 minutos.
Confira as fotos:
Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008
Humaniza leva cidades de São Paulo ao Fórum Mundial Social, no Rio
Até o momento, integram a “Caravana Humaniza”, com representantes do setor público, ONGs ou iniciativa privada, as cidades de Limeira, Cordeirópolis, Americana, Hortolândia, Sumaré e Campinas. “A Humaniza se caracteriza por trabalhar com projetos artísticos e culturais que desenvolvam a cidadania e o empreendedorismo... sendo assim, vamos levar teatro e música ao Fórum Mundial Social; mostrando que é possível construir um mundo melhor”, diz Vicente Pironti, presidente da Humaniza.
As articulações de representantes e atrações para o FSM ainda estão acontecendo – e novidades podem aparecer.
“Estamos tentando envolver mais cidades na ‘Caravana’ e também conseguir mais patrocínio para levar números artísticos. Mais que um evento de massa, o Fórum nesse ano vai ser uma celebração global, um dia de ação mundial pela conscientização social”, afirma Pironti.
O FMS neste ano, aliás, está sendo chamado de “Dia de Ação Global”.
Apóiam a “Caravana Humaniza de Municípios”, as Prefeituras de Limeira e Hortolândia e as empresas Ripasa S/A, Usina Iracema, Machina Furlan, Cerâmica Batistella e Arwin Meritor.

Saiba mais em:
www.riocomvida.org.br
www.forumsocialmundial.org.br/
www.wsf2008.net/pt-br
Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007
projeto no fórum de direitos humanos do rio
O maestro Luciano e os integrantes do projeto, Nence e Tony, abriram os trabalhos do Fórum cantando o Hino Nacional e, em seguida, deram os testemunhos dos benefícios do projeto em suas vidas.
Vicente Pironti enfatizou a parceria com a Ripasa S/A, Usina Iracema e Secretaria de Cultura de Limeira para o excelente andamento do projeto e apresentou seu manifesto "Ministério da Generosidade" que faz uma proposta abrangente em prol da solidariedade.
O Fórum teve organização do Mhude e a participação de várias ONGs e ativistas com cobertura de vários órgãos de imprensa e dos atores Bete Mendes e Milton Gonçalves.
*Clique nas fotos para ampliar.
Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007
integrantes do projeto escola-orquestra vão à empresas
"Com esse núcleo de prestação de serviço que podemos chamar de 'negócio social': a Humaniza profissionaliza alguns integrantes do projeto e dá um passo além. Levara experiência modificadora da música até colaboradores de uma empresa, tendo como multiplicadores pessoas que até pouco eram excluídas da sociedade é uma mostra do poder real de inclusão do projeto", diz Pironti.
O primeiro trabalho do grupo aconteceu no dia 5 de Outubro, em uma grande oficina de restauração e funilaria de automóveis de Limeira, a Sterdi Preparações. Um grupo, formado por Nence Bertolani, Toni Rodrigues e Paulo Reiner, conversou com os funcionários da empresa. Entre relatosde vivências, poesias e músicas, a dinâmica serviu para integrar, motivar e sensibilizar os participantes. Segundo Anderson Sterdi,proprietário da oficina, a repercussão da atividade superou expectativas. "Muitas vezes um funcionário de uma oficina, um funileiro ou aprendiz, acha que não tem uma profissão, sofre com alguma desilusão profissional... Quando o pessoal do projeto Escola-Orquestra chegou, os funcionários acharam que era algum tipo de palestra. Devagar, foram se soltando e acabaram entrando no clima... Ficaram sensibilizados pela poesia da Nence, pela música do Toni e pela sincera experiênciência de vida do Paulo. Vicente Pironti, com grande sensibilidade, conduziu e integrou a todos... O resultado foi fascinante, sendo que alguns funcionários até colocaram no papel suas impressões", diz Sterdi.

(Toni, senhor Sterdi, Nence e Paulo Reiner)
"Sua Empresa é uma Orquestra?"
Nence Bertolani é poeta. Ela era uma profissional do sexo e deixou as ruas. Para ela, a participação em um projeto como esse é uma experiência "única e maravilhosa". "É fantástico podermos trabalhar dessa maneira diferente, utilizando nossa experiência de vida com a música e a poesia para sensibilizar as pessoas que todas elas são incrivelmente ricas", diz. "No dia-a-dia as pessoas não dão importância ao que têm - e muitas vezes as pessoas têm muito! Pobre é quem não se anima para nada, quem é apático, doente... Muitas vezes, um desempregado se desespera e nem se dá contaque ele tem a Vida, a energia para fazer coisas boas!". Como integante do projeto Escola-Orquestra, Nence aprendeu música e hoje dá suporte em aulas. No núcleo "Sua Empresa é uma Orquestra?", dentro da Humaniza, ela se tornou uma empreendedora social, assim como o compositor e músico Toni Rodrigues e o ex-morador de rua, Paulo Reiner.
Toni Rodrigues mostrou sua composição, nascida dentro do projeto, "Mundo de Ilusão", emocionando os funcionários. Paulo Reiner contou sobre seu passado de morador de rua, das necessidades que passou, e mostrou que a vida toma os rumos que desejamos.
Para Vicente Pirtonti, esse núcleo é a concretização de um sonho.
Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007
Co-gestor da Orquestra Humaniza tem músicas registradas na Biblioteca Nacional
Toni Rodrigues e Nence Bertolani são os primeiros frutos completos do trabalho de emancipação pessoal realizado pela Orquestra Inclusiva Humaniza.Recrutados como excluídos sociais, eles tiveram a sensibilidade artística aguçada pelas atividades da Escola Orquestra, e foram transformados em co-gestores do projeto. Agora, dão os primeiros passos auto-suficientes no mundo da arte.
Em setembro, Nence ajudou a produzir um espetáculo na cidade de Rio Claro. Já Toni, que é compositor, teve uma série de músicas registradas na Bilioteca Nacional, com sede no Rio de Janeiro-RJ. Isso lhe garante os direitos autorais, e abre perspectivas para a sua utilização comercial.
Parabéns a eles, e boa sorte com este futuro promissor!!! Na imagem acima, Toni segura uma cópia do registro da Biblioteca Nacional.
Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007
Em parceria com Humaniza, Filarmônica se apresenta em Rio Claro
Ao abraçar a proposta da Orquestra Inclusiva, a Humaniza abriu um campo amplo para fomentar diversas atividades tanto de cunho social, como também de estímulo à música. Com financiamento da empresa de desenvolvimento social, foi realizada no dia 8 de setembro, uma apresentação da Orquestra Filarmônica de Rio Claro-SP, no auditório do Colégio Anglo Claretiano, em Rio Claro-SP.180 espectadores, entre estudantes do Anglo, e pessoas que compareceram atraídas pelo espetáculo, puderam acompanhar o show dos 18 músicos da Filarmônica. “O público superou as minhas expectativas, e a apresentação dos músicos foi inclusive contagiada por isso”, analisou o maestro Luciano Filho, responsável pela iniciativa.
Autor das composições executadas no espetáculo, Luciano é um dos maestros envolvidos no projeto da Orquestra Inclusiva. Ele articulou a parceria que originou esta apresentação em Rio Claro, e que teve no Colégio Anglo todo o apoio para preparar a infra-estrutura da apresentação. Após o evento, a Filarmônica mostrou disponibilidade para realizar mais projetos junto à Humaniza, no futuro.Mas a nota mais importante da apresentação certamente ficou para a produção do espetáculo. Ela ficou a cargo de Nence Bertolani e Tony Rodrigues, membros do grupo dos “excluídos” que ingressaram na Orquestra, com o objetivo de uma nova inserção social. De atendidos pelo projeto, eles agora assumem o papel de co-gestores. Parabéns a eles!!!
Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007
dois dias do elixir do amor
A ópera marca a sétima temporada da Orquestra Sinfônica de Limeira e promove uma parceria esperada com a Cia de Ópera São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura.
O evento comemora ainda o aniversário da cidade, os 181 anos da cidade de Limeira
A obra
“O Elixir do Amor”, conhecida pela ária “Una Furtiva Lacrima”. A ópera narra a história de Nemorino que está apaixonado por Andina, mas tem a certeza que ela ama Belcore. Dulcamera convence-o a comprar uma poção mágica do amor, quando na verdade é apenas vinho. Para provocar Nemorino que a ignora, Andina, concorda em se casar com Belcore para ganhar mais dinheiro e comprar mais Elixir. Nemorino ingressa na vida militar sem saber que é herdeiro de uma grande fortuna. As raparigas da aldeia perseguem-no convencendo-o da fiabilidade do Elixir. Andina desfaz o acordo com Belcore e confessa seu amor a Nemorino. "L’Elisir D’Amore" é uma ópera cômica em dois atos.
O espetáculo acontece às 20h30, dos dias 20 e 21 de Setembro, no Teatro Vitória, Limeira, com ingressos a R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007
humaniza faz parceria com instituto educacional ginga
A árvore da Orquestra Inclusiva Humaniza vai fincando raízes, e gerando frutos, à medida em que os resultados vão aparecendo. Em setembro, uma parceria foi firmada com o Instituto Educacional Ginga, que promove cursos de qualificação profisisonal e preparação pré-vestibular para pessoas afro-descententes carentes.A Humaniza deverá ocupar uma sala do Ginga, onde se desenvolverá um núcleo social. Ali, os alunos do Instituto poderão ter aulas de música, e posteriormente as pessoas excluídas atendidas pela Orquestra poderão participar dos cursos do Ginga.
Todos ganham, e o sentido da Orquestra Inclusiva não é perdido: oferecer a música como alternativa de emancipação, seja educacional ou até profissional, a pessoas excluídas da sociedade, como por exemplo as populações afro-descendentes.
Longa vida à parceria!!! Acompanhe abaixo a cobertura da imprensa.
GAZETA DE LIMEIRA
Parceria visa formação de núcleo de negócios sociais
Data: 13/09/2007
Solucionar problemas sociais através de cursos de capacitação, cidadania e música. Esse é o principal objetivo da parceria firmada ontem entre o Instituto Educacional Ginga e a Empresa de Desenvolvimento Social Humaniza. A parceria foi firmada na sede do Ginga.
A união das entidades consiste no estágio de moradores de rua e profissionais do sexo. Ao todo, dez pessoas, receberão aulas para aperfeiçoar os estudos e assim poder atuar em projetos sociais que serão desenvolvidos pelo núcleo de negócios sociais.
Segundo o presidente da entidade, Vicente Pironti, o núcleo terá a função de uma empresa júnior, onde os alunos colocam em prática técnicas de empreendedorismo e experiências de vida, dando palestras em escolas, comunidades carentes e demais lugares.
“Aqui eles podem colocar em prática tudo o que eles aprenderam em sala de aula, com isso estarão ajudando a sociedade e atuando como agentes de inserção seja ele étnica, cultural ou econômica”, detalhou.
PROJETO - Pironti explica que a idéia da parceria entre as instituições surgiu há uns três meses. Trata-se de um acordo, onde o Ginga participa alugando o espaço para as aulas de capacitação e a Humaniza entra com a mão-de-obra, que seriam os dez estagiários para a formação do núcleo.
No local, três professores darão aula de aperfeiçoamento nas áreas de empreendedorismo, cidadania e música para os integrantes desse núcleo. As aulas acontecerão semanalmente, porém conforme descreveu Pironti, sem data exata para o início.
De acordo com o presidente do Ginga, José Galdino de Souza Clemente, embora a entidade esteja entrando apenas com o espaço, é de extrema importância essa relação, pois o núcleo de negócios sociais vem para complementar o trabalho realizado pela entidade, que foca a inserção social. “Estou satisfeito com a parceria e sinto que além dessas, pessoas outras poderão participar do núcleo e serem beneficiadas com esse projeto”, finalizou.
As aulas acontecerão na sede do instituto Ginga, na rua Duque de Caxias, 364, Centro. Mais informações podem ser obtidas através do telefone 3497-0755. (LC)
Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007
humaniza cria orquestra de flautas para adolescentes do ramatis
O projeto Escola-Orquestra Inclusiva, da empresa de desenvolvimento social Humaniza, oferece desde fevereiro aulas de música e canto a dois grupos de pessoas excluídas da sociedade: os moradores de rua e as profissionais do sexo. Agora, o trabalho deverá ser ampliado, com a inclusão dos adolescentes carentes atendidos pela Sociedade Espírita Ramatis, que deverão ter aulas de flauta.
Quinta-feira, 5 de Julho de 2007
participantes da orquestra humaniza aprendem empreendedorismo social e cidadania
Desde fevereiro avançam os trabalhos da Orquestra Inclusiva Humaniza, iniciativa da empresa de desenvolvimento social Humaniza cujo objetivo é formar uma Orquestra e um Madrigal com profissionais do sexo e moradores de rua do município. O princípio é sensibilizar pela música as pessoas excluídas da sociedade, possibilitando também uma alternativa de geração de renda.ATIVIDADE - O módulo chama-se “Cidadania, Filosofia e Empreendedorismo”, e é aplicado duas vezes por semana na Casa de Convivência, abrigo de moradores de rua do Ceprosom. Durante a atividade, conceitos como Cidadania e Empreendedorismo Social são abordados, bem como o efeito da participação no projeto na vida de cada um.
Domingo, 1 de Julho de 2007
humaniza e a reforma do palacete levy
Jornal de Limeira
Palacete Levy: Por enquanto, reforma só no papel
Renata Caram
A tão esperada revitalização do Palacete Levy não deve sair logo. É que os serviços no local dependem de verbas da Lei Rouanet (de incentivo à Cultura). O orçamento prevê gastos na ordem de R$ 3 milhões para deixar o prédio, que fica no Largo Boa Morte, em melhores condições.
A promessa de revitalização não é de agora. Ela tem sido aguardada nos últimos anos com grande expectativa.A única certeza é de que existe um projeto arquitetônico - o qual é encabeçado pela Humaniza, em parceria com a Secretaria da Cultura de Limeira. A proposta precisa ser analisada pela Concrejato - empresa de restauração e que inclusive fez todos os serviços na Catedral da Sé, em São Paulo.
A empresa é quem deve especificar todos os custos. Se aprovado o projeto pela Lei Rouanet, o próximo passo é captar os recursos. "É difícil conseguir, mas temos um diferencial. São as estratégias humanitárias", fala o diretor-presidente da Humaniza, Vicente Pironti.
A última vez que o Palacete Levy recebeu melhorias foi em 1996. Na época, foram executadas a reforma e a pintura. Foram serviços estruturais. De lá para cá, não foi realizado outro tipo de serviço expressivo, ou seja, uma obra complexa e que visasse a manutenção de um dos principais prédios da cidade, que, aliás, está em processo de tombamento.
O secretário de Cultura, Farid Zaine, porém, observa o reforço da estrutura do teto e a descupinização. Estes serviços foram realizados pela administração atual.
RISCOS - Enquanto as melhorias não são executadas, o que se vê no palacete são sinais de problemas. Deterioração, rachaduras nas paredes e reboco em situação de precariedade. A parte de madeiramento é a que mais sofreu com a ação do tempo. Os batentes, por exemplo, estão longe do que se pode definir como em "bom estado de conservação".
Avaliações, no entanto, apontam que o prédio não oferece riscos às pessoas que trabalham no local nem aos seus freqüentadores. Secretaria da Cultura, Oficina Cultural Regional "Carlos Gomes" e Escola Livre de Música, com mais de 400 alunos, funcionam no Palacete Levy. "O prédio é bastante utilizado, independente da restauração", cita Zaine.
"Queremos investir na dignidade", diz Pironti. O projeto de revitalização do Palacete Levy - construído em 1881 - vai além da reforma do prédio. "Mexe com o restauro de pessoas carentes. Queremos investir na dignidade", fala o diretor-presidente da Humaniza, Vicente Pironti. Esta é a estratégia humanitária que pode facilitar a captação de recursos por meio da Lei Rouanet.Pironti diz que o projeto visa o envolvimento de pessoas em situação de marginalidade.
"Elas têm potencial. Vocação". São várias as frentes de ação - trabalhos com profissionais do sexo, meninos de rua e catadores de papel. Atualmente, um grupo já é atendido pela Escola de Orquestra, que funciona no próprio palacete. O projeto tem patrocínio do Grupo São Martinho e da Ripasa. "Este tipo de trabalho dá visibilidade a Limeira por causa das apresentações fora da cidade. O que pretendemos é ensinar um novo trabalho", comenta.
O QUE É A LEI ROUANET - Concebida em 1991 para incentivar investimentos culturais, a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) ou Lei Rouanet, como também é conhecida, pode ser usada por empresas e pessoas físicas que desejam financiar projetos culturais. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3316-0654, 3316-0655, 3316-0660, 3316-0653 e 3316-0669.
Terça-feira, 5 de Junho de 2007
humaniza educa pela música 200 crianças carentes em campinas
Na Oziel-Monte Cristo, o trabalho da Humaniza foi viabilizado por meio de uma parceria com a Fundação Douglas Andreani, que mantém uma creche para 600 crianças de 0 a 6 anos nessa localidade. Semanalmente, 2 professores que atuam na Orquestra Inclusiva Humaniza viajam a Campinas para ensinar música a um grupo de 200 dessas crianças. Eles ensinam noções de melodia, disciplina rítmica e uma introdução à teoria musical.
“A idéia é estimular a sensibilização pela música para um número cada vez maior de pessoas excluídas, como no caso destas crianças, que hoje habitam um local extremamente carente”, explica o coordenador da Humaniza Vicente Pironti. As aulas acontecem às segundas e quintas-feiras, e as crianças são divididas em grupos separados por idade. A Douglas Andreani paga os custos de viagem e o material utilizado.
Criada há 9 anos, a favela Parque Oziel-Monte Cristo é considerada a maior ocupação de área particular da América Latina. São cerca de 30 mil pessoas morando na região, sendo que a Fundação Douglas Andreani realiza ali um amplo trabalho que além da creche ainda envolve cursos de qualificação profissional. Em breve, o prefeito Hélio de Oliveira Campos (PDT) deverá regularizar as habitações instaladas no local.
ORQUESTRA - A parceria da Fundação com a Humaniza foi intimamente inspirada pela experiência da Orquestra Inclusiva em Limeira. Durante as aulas com os excluídos, a equipe foi sentindo a necessidade de realizar o mesmo trabalho em outras localidades e com outros públicos em desvantagem social, sendo que uma atividade com crianças foi estabelecida como foco. “A música é auxiliar indispensável do aprendizado, principalmente o infantil, estimulando a coordenação motora e a ampliação da percepção”, analisou Vicente Pironti.
A Orquestra Humaniza foi criada em fevereiro, e lançada oficialmente no mês de maio, quando foi finalizado o trabalho de estruturação da Orquestra. As aulas de música para profissionais do sexo e moradores de rua do município já estão sendo realizadas semanalmente no Centro Comunitário do Parque Nossa Senhora das Dores.
Com apoio da Prefeitura Municipal de Limeira, a proposta foi viabilizada por meio de verbas advindas da Lei Rouanet de incentivo à cultura, e foi concebida também para ser uma embaixadora de Limeira nos grandes centros, enaltecendo o que Limeira tem de bom e conquistando mais apoio para sua continuidade.
Segunda-feira, 7 de Maio de 2007
lançamento da escola-orquestra inclusiva humaniza reúne imprensa e população no centro cultural

Agora é para valer! Com seu lançamento oficial realizado nesta quinta-feira, que contou com a presença maciça da imprensa de Limeira (TV Jornal, TV Mix, Gazeta de Limeira, Jornal de Limeira) a Escola-Orquestra Humaniza inicia a fase principal do trabalho, que consiste na composição do primeiro corpo da Orquestra e do Madrigal.
Curiosa, a população também compareceu ao evento de lançamento, que foi realizado no Centro Cultural. As pessoas foram atraídas pela apresentação das crianças do Coral Infantil do município, que abriu a cerimôniae foi realizada na parte externa do Centro. O Coral participou da cerimônia porque deverá ser apoiado financeiramente pela Humaniza, uma contrapartida pela ajuda recebida da secretaria da Cultura e da Prefeitura para a inclusão do projeto na Lei Rouanet.
Após a apresentação do Coral Infantil, já na parte interna do Centro Cultural, os cantores do Madrigal Humaniza em conjunto com os excluídos realizavam uma apresentação-piloto. Timidamente, moradores de rua e profissionais do sexo iam tomando seus lugares e se inserindo no grupo que ao final será formado exclusivamente por eles, tanto a Orquestra como o Madrigal.
“Foi o nosso cartão de visitas para a cidade. Agora, os trabalhos começam para valer, e as aulas se intensificam. Pela recepção inicial, diríamos que com certeza essa empreitada conta agora com o apoio da mídia local e da população”, analisou o diretor da Humaniza Vicente Pironti.
A imagem mostra Vicente Pironti durante o evento, e as matérias são da Gazeta de Limeira de domingo (06/05/2007) - acima - e do Jornal de Limeira de sexta-feira (04/05/2007) - abaixo.
Segunda-feira, 30 de Abril de 2007
release-convite de lançamento do projeto
É a Escola-Orquestra Inclusiva de Música, projeto da Empresa de Desenvolvimento Social Humaniza em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Limeira, executado através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Lei Rouanet nº. 8.313/91) através do Patrocínio das Empresas Usina Iracema, do Grupo São Martinho, e Ripasa S/A Celulose e Papel.
O projeto da Escola-Orquestra Inclusiva de Música tem como núcleo principal o trabalho com pessoas que são marginalizadas, consideradas "excluídas" pela sociedade. Este núcleo está sendo consolidade há dois meses pelos maestros Edson Hansen, Luciano Filho e Jefferson Ribeiro da Silva. Eles montaram um grupo composto por músicos experientes, chamado Madrigal Humaniza, e outro com pessoas que estão tendo contato com instrumentos pela primeira vez. Este segundo grupo está recebendo aulas na Casa de Convivência dos Moradores de Rua, no Parque Nossa Senhora das Dores, em Limeira. Em um futuro breve ambos grupos irão interagir entre si e com outros grupos como o Coral Municipal e o Coral Infantil do Município na montagem de números musicais e espetáculos. O apoio operacional fundamental para o bom andamento do projeto vem do Ceprosom - Centro de Promoção Social do Município.
"O foco de atuação do projeto é a causa dos direitos humanos, com especial ênfase nos deveres humanos; que devem expressar-se através da solidariedade e da responsabilidade social. Estamos ensinando música e pretendemos viabilizar meios de integrar essas pessoas para que eles tenham sustentabilidade econômica ao fim do projeto", afirma Vicente Pironti, presidente da Humaniza.
Do montante de 1,3 milhão necessários para a realização do projeto em sua totalidade, foram captados 271 mil reais (20%) que estão sendo investidos também para atender algumas demandas da Secretaria de Cultura de Limeira que se inter-relacionam diretamente com a Escola-Orquestra Humaniza. É o caso da gravação do CD do Coral Municipal e do apoio para o Coral Infantil do Município.
Aliada à dimensão humanitária da proposta, a Humaniza estabeleceu um plano mercadológico arrojado, onde alguns participantes estão sendo estabelecidos como sócio-empreendedores da proposta. "A intenção é gerar lucro nas apresentações para trazer prosperidade para todos os envolvidos", enfatiza Pironti. As ações do Prefeito Sílvio Félix e do Secretário da Cultura, José Farid Zaine, foram indispensáveis para a captação dos recursos.
No meio acadêmico o projeto é apoiado pelo coordenador dos cursos da FGV-Fundação Getúlio Vargas no Estado de São Paulo, Professor Carlos Alberto dos Santos Silva.
Lançamentos
A Escola-Orquestra Inclusiva de Música Humaniza, será lançada oficialmente no dia 3 de maio, às 16h, no Centro Cultural, Praça José Flamínio, Centro, Limeira. Na ocasião os artistas e alunos do projeto farão uma breve apresentação.
O lançamento regional do projeto será no Hopi Hari, com apoio da UniCirco - Universidade Livre do Circo, que tem o ator Marcos Frota como presidente.
O lançamento nacional será no Rio de Janeiro e conta com o apoio da ONG MHuD - Humanos Direitos, que tem como presidente o ator Marcos Winter e participantes do quilate do poeta e jornalista da Rede Globo, Bruno Cattoni, dos atores Osmar Prado e Eduardo Tornaghi e das atrizes Dira Paes, Camila Pitanga e Bete Mendes.
Contatos:
www.humaniza.com.br
www.humanizabrasil.blogspot.com
Vicente Pironti: (19) 9141 5040
www.unicirco.com.br
www.humanosdireitos.org
Quarta-feira, 18 de Abril de 2007
a bagagem sócio-cultural do criador da humaniza
Um verdadeiro giro
O embaixador do circo no Brasil, Marcos Frota, nunca escondeu sua paixão pela arte circense. O ator, que hoje é praticamente uma referência quando se fala no assunto, desde a infância aprecia palhaços, acrobatas, malabaristas e todos os outros personagens que se apresentam sob a lona.
Em 2006 foi realizado o espetáculo de estréia do grupo: Elementos. Como uma primeira experiência, essa atração permitiu às pessoas envolvidas o descobrimento de suas capacidades e a exploração do terreno circense, com todos os artistas mostrando suas capacidades e aperfeiçoando as apresentações. Para Marcos Frota, "O Elementos foi a coragem de quebrar um pouco com o padrão tradicional do circo; coragem no sentido de agir com o coração".
Por meio de malabarismos, balé aéreo em liras, trapézio, acrobacias aéreas coreografadas em tecidos, acrobacias de solo (salto, dança, cordas), capoeira, bikers, simulação de um jogo de futebol em cama-elástica e a fundamental presença do palhaço Spirro, Giro faz a relação da arte circense com as belezas brasileiras, enaltecendo e valorizando ambos os universos e mostrando para o público mirim que é possível organizar uma atração nacional mágica e inovadora. O projeto social - Além de proporcionar diversão ao público que assiste aos espetáculos, a Universidade Livre do Circo desenvolve projetos sociais específicos para a divulgação da arte. Entre as atividades estão visitas técnicas aos bastidores e oficinas lúdicas para crianças e adolescentes carentes, com o objetivo de colocar futuros artistas no mercado. Além disso, promove a interação com visitantes de creches, asilos e instituições especiais para ver o espetáculo.
• Goiânia (GO) - (61) 3328-0408;
• Rio de Janeiro (RJ) - (21) 2220-6859/2533-8049;
• Londrina (PR) - (43) 3326-3128;
• Porto Alegre (RS) - (51) 3662-7288;
• Curitiba (PR) - (41) 3339-4616;
• Maringá (PR) - (43) 3326-3128/3028-2831;
• Joinville (SC) - (47) 3025-2020;
• Belo Horizonte (MG) - (31) 3271-7400;
• Outros Estados - 0300-7895566.